sexta-feira, 25 de julho de 2008

Proposta proíbe venda de equipamentos para rádio pirata

23/07/2008 |
Redação
Jornal da Mídia

Brasília - A Câmara analisa o Projeto de Lei 3396/08, do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que proíbe a venda de equipamentos de transmissão de radiodifusão para empresa ou entidade que não tenha outorga para a exploração desse serviço.

Segundo o projeto, a Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), a quem compete fiscalizar estações de rádio e televisão, deverá multar em R$ 100 mil a empresa que vender equipamento de radiodifusão para emissoras ilegais.
Ainda segundo o texto, o dinheiro arrecadado com as multas será revertido para o Fundo de Fiscalização das Telecomunicaçõ es (Fistel). A proposta altera a Lei Geral de Telecomunicaçõ es (9.472/97).

Eduardo Cunha acredita que a proliferação de rádios piratas é facilitada pela livre venda de equipamentos no mercado, sem controle do poder público. O parlamentar lembra que essas rádios são nocivas ao sistema de comunicações do País, podendo causar problemas de segurança pública, ao interferir, por exemplo, nas comunicações aeroportuárias.

veja a posiaão de quem não esta com o monopolio.

Notícias / Eventos com Arlindo Junior

29/10/2007 - CCTI debate a radiodifusão comunitária em São Paulo
29/10/2007 - Seminário: Situação das rádios comunitárias na Cidade de São Paulo
13/12/2007 - Carta encaminhada ao Ministro Hélio Costa - Intercom - Rádio Digital

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Veja meus artigos e colaborações de alguns parceiros:



Mito ou Verdade?

Nós não somos os famosos “Caçadores de Mitos” da série “MYTHBUSTERS©”, mas queremos desvendar um mito que muito se fala nos dias de hoje, principalmente nos grandes centros urbanos como por exemplo, São Paulo:

Muito se fala e se alega que as rádios comunitárias afetam as transmissões aeronáuticas e que podem “derrubar um avião”! Será que isso é verdade? Partindo do principio que uma rádio comunitária devidamente instalada e autorizada a operar trabalha em freqüências pré-determinadas e com baixa potência, é “mito” afirmar que elas afetam o controle de tráfego aéreo.

Em sua maior parte, as rádios comunitárias trabalham nos canais 198, 199 e 200, respectivamente 87,5MHz, 87,7 MHz e 87,9 MHz. Trabalham numa zona de segurança e com baixa potência, ou seja, 25 Watts. Acima da faixa de FM comercial, de 88 Mhz a 108 Mhz , funciona o Serviço Móvel Aeronáutico, SMA, que é de uso exclusivo do sistema aeronáutico. O SMA vai de 117 a 137 MHz. Visualizando, temos:

[87,5..(Comunitária)..87,9] - [88..(Comercial)..108] - [117.(SMA).137 MHz]

Especificamente, quando necessitamos transmitir e receber sinais em aeroportos ou em locais onde é essencial à comunicação (voz) entre aeronaves e estação base, temos como parâmetro a faixa de freqüência de 118 a 136 MHz.

O artigo intitulado “Interferências de rádios clandestinas no controle de tráfego aéreo” escrito pelo ilustre pesquisador Marcus Manhaes esclarece de forma ampla e derradeira este tema que causa tanta inquietude em nossa sociedade, onde todos poderão Interpretar, pontual e objetivamente, as normas de compatibilidade. Clique no "interruptor ao lado" e baixe o arquivo "zipado" com uma apresentação em PDF e um executável "V3". Desfrutem o conhecimento!

Arlindo Junior
Consultor em Telecomunicações
©2008 Mythbusters é um programa de Discovery Communications.

PDF e V3

Visite a página de Rastreamento de Veículos
Artigo sobre rastreadores na Revista Estrada na Boléia, edição n° 38
Quer saber um pouco mais sobre rádio digital IBOC e DRM?
Quer saber a diferença entre sinal analógico e digital de TV?
Características de antenas parabólicas
Você já viu uma antena parabólica efetuar rastreamento?
TV Interativa? Conheça um princípio básico de solução
Você já viu um analisador bioquímico trabalhar?
Desmistificando as Interferências de radiodifusão FM em Comunicações Aeronáuticas
Direitos inalienáveis: Impedimento Técnico na Legislação da Radiodifusão Comunitária Brasileira
A Nova Era da Radiodifusão Sonora Digital
Considerações sobre as condições climáticas x ondas eletromagnéticas
Carta encaminhada ao Ministro Hélio Costa 13/12/2007 INTERCOM

Procurando equipamentos para estúdio de rádio?
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Rádios Comunitárias em São Paulo - RADCOM
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Rádios Comunitárias em São Paulo
Ouça uma rádio comunitária também na Internet
Qual a distribuição dos 33 grupos para SP?
Área de cobertura estimada das Rádios Comunitárias em SP
Histórico do Aviso de Habilitação para SP- Capital - 29/10/2007
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Contato:

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Compas
Observem que ninguém fala sobre a necessidade de maior ou menor faixa deste sistema, isto é, se estará exigindo mais ou menos do espectro eletromagnético.
Também não mencionam a impossibilidade de aquisição do transmissor por parte da maioria das emissoras do país, que são comunitárias e comerciais de pequeno porte.
Escondem informação relevante.
Também não houve oportunidade de manifestação de quem se opõe ao IBOC, da desconfiança sobre o mencionado financiamento da aquisição dos equipamentos.
Isto não é jornalismo de verdade, em meu conceito:
Competência jornalística verdadeira é difundir
o que os poderosos não querem que se saiba.
O resto é assessoria de imprensa, tendenciosidade,
propaganda, omissão, manipulação, entretenimento
ou mero diletantismo filosófico!
Este conceito, naturalmente, não é ensinado na faculdade, já que o sistema de ensino estatal e privado, estão subordinados à legislação e ao poder vigente, que repercute os interesses do Estado, a serviço do sistema dominante, graças aos financiadores de campanhas políticas (os poderosos!) da maioria dos governantes e aliciando também membros destacados do Judiciário, uma caixa preta, conforme Lula e notícias publicados pela mídia, que podem ser apenas a ponta do iceber.
Ao final, matéria de dois anos atrás, veiculada pelo FNDC sobre o assunto...
Eletromagneticament e
Heitor

Dona do padrão IBOC de rádio digital quer ampliar uso do espectro

29/07/2006 |
Júlia Pitthan
Redação FNDC

A empresa Ibiquity, proprietária norte-americana do padrão IBOC de rádio digital, protocolou no dia 5/7 pedido de ampliação do uso de espectro de 200kHz para 250kHz. Se for concedida pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, sigla em inglês) – agência reguladora dos setores de radiodifusão e telecomunicaçõ es nos EUA – a ampliação de freqüência pode significar a redução de cerca de 30% no total de canais FM hoje disponíveis naquele país.

Isto porque o IBOC (In Band, On Channel) opera com o sinal analógico e digital transmitidos ao mesmo tempo e no mesmo canal de freqüência. A ampliação da banda digital é um requisito técnico para que o sistema funcione sem interferência. Mas se este aumento for concedido para uma determinada emissora outras terão que sair para dar espaço a ela.

O IBOC é o padrão preferido de 13 emissoras brasileiras que já iniciaram testes de rádio digital no país. Para o representante da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), Josué Lopes, a notícia só agrava o quadro de entrave ao processo de democratização da comunicação. “Além de ser um padrão que já excluiria pela questão econômica, em função do alto custo dos royalties, agora exclui pela questão técnica”, disse Josué.

Demanda técnica

Para que a transmissão simultânea aconteça é preciso linearizar o sinal analógico, ou seja, fazer com que menos sinais espúrios provocados pelo emissor analógico sejam transmitidos. Isso provoca uma redução na qualidade sonora recebida, pois diminui a amplitude do sinal de modulação e reduz a relação entre o nível do sinal recebido e o nível do ruído existente no canal. O sinal do transmissor digital, sobreposto ao sinal analógico linearizado, compõe o que tecnicamente chama-se de máscara de emissão. Duas bandas laterais digitais são inseridas na emissão do sinal analógico (veja gráfico ao lado).

Na prática, estudos detectaram a interferência do sinal digital sobre o analógico, e entre canais distintos da mesma localidade. Uma das soluções vislumbradas para reduzir o problema das interferências seria a ampliação desta banda digital, como a Ibiquity está solicitando. “A ampliação é uma demanda técnica, sem a qual o padrão não apresentará um desempenho satisfatório”, diz o técnico do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicaçõ es (CPqD), Marcus Manhães.

Caixa de sapato

A necessidade da elevação na potência de transmissão, demanda que surge com a interferência ente os canais, acarreta também no obrigatório replanejamento do espectro na forma que hoje está distribuído. Segundo Manhães, caso os EUA procedam com a implementação total do padrão IBOC, está prevista a redução de cerca de 30% dos canais hoje disponíveis, conforme Manhães.

No Brasil, algo semelhante aconteceria caso o padrão norte-americano fosse adotado já com esta nova largura de banda. Em localidades como Rio de Janeiro e São Paulo, onde o espectro está lotado, alguns canais acabariam sendo despejados. “A redução do número de canais aconteceria de forma indiscriminada, não apenas os comunitários e educativos, mas também os comerciais”, diz Manhães, que também é diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa no Estado de São Paulo (SinTPq).

Para o engenheiro de telecomunicaçõ es e diretor técnico da rádio FM Cultura e da TVE/RS, Higino Germani, a tentativa de realocar os mesmos canais analógicos para o padrão digital usando o sistema "in band" é o mesmo que tentar acomodar um elefante em uma caixa de sapato. No artigo "Rádio Digital: uma outra opção não seria possível?", Germani defende a criação de um paradigma em radiodifusão completamente novo. "Podem fazer idéia de quantos canais exclusivamente digitais e o que será possível fazer nos mesmos em termos de qualidade de áudio e informações suplementares (dados) numa banda de 6 MHz na faixa de 88 MHz?", questiona Germani.

Debate urgente

Para Josué Lopes, da Abraço, é premente a normatização do debate sobre a questão do rádio digital. "É preciso que o presidente Lula publique um decreto que institua o início de um processo de pesquisa e discussão sobre qual o melhor padrão de rádio digital para o Brasil", disse. "Está visto que o IBOC só favorece às grandes empresas", avaliou Josué. O representante da Abraço lembra que não só as cerca de 15 mil emissoras comunitárias existentes hoje no país, mas também as pequenas rádios comercias e as educativas correm o risco de ficar excluídas do processo de digitalização caso a escolha não se dê de forma responsável. "Um momento que deveria ser de democratização, pode acabar se tornando de exclusão", considera o representante da Abraço.

Luiz, o site da Anatel tem a lista das emissoras autorizadas a realizarem testes de transmissão digital.
Fora dessa lista há a ação da Anatel de promover testes mais seguros. Veja as matérias a respeito

Testes da rádio digital começam por São Paulo

30/12/2007 |
Mônica Tavares
O Globo

BRASÍLIA - A partir do dia 10 de janeiro, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e o Instituto Mackenzie vão começar os últimos testes da Rádio Digital, na capital paulista, com três emissoras - Rádio Globo (FM), Rádio Cultura (AM) e Rádio Bandeirantes (FM). O assessor técnico da Abert, Ronald Barbosa, informou que eles terão duração de pelo menos 10 dias e vão considerar análise nos locais dos transmissores, para verificar as especificações analógicas e também as híbridas (analógica e digital). Os testes serão feitos com a tecnologia americana IBOC (In-Band-On- Channel).

- Nesta análise, temos condições de avaliar a cobertura da estação e também saber as características técnicas como a potência utilizada pela emissora - disse.

Também serão feitos testes de campo, para verificar a cobertura analógica e digital do sinal e o desempenho do sistema digital. Segundo Ronald Barbosa, objetivo é analisar as características do sinal, transmitindo locução e diversos estilos de música e programas.

A Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), segundo o assessor, solicitou que fossem indicadas emissoras para testes de referência, com o objetivo de avaliar se os sinais das estações de rádio causarão ou sofrerão interferência, no sistema digital.

Após concluir os testes em São Paulo, a equipe irá para a cidade de Ribeirão Preto, onde vai avaliar a tecnologia pelo período de 10 dias. E depois, fará testes também em Belo Horizonte.

Rádio Digital passa por testes a partir de Janeiro

18/01/2008 |
Rádio Fandango
Sulrádio

O trabalho terá duração de cerca de 40 dias e vai utilizar a tecnologia IBOC (In-Band-On- Channel). O primeiro teste ocorrerá na cidade de São Paulo e vai durar 10 dias. Depois, a equipe irá para Ribeirão Preto (SP), onde permanecerá avaliando a tecnologia pelo mesmo período. Por fim, os testes ocorrerão em Belo Horizonte (MG). O trabalho será coordenado pelo assessor técnico da Abert Ronald Barbosa.

Os técnicos da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel) serão convidados a acompanhar os testes porque é importante que todos os passos tenham a concordância da Anatel, explicou Barbosa.

Para a Abert, o IBOC reúne as melhores condições para ser adotado no Brasil porque é o único padrão capaz de promover a transmissão simultânea, ou seja, mesmo com o funcionamento da tecnologia digital, o sinal analógico continuará sendo transmitido.

A expectativa da associação é que até meados de janeiro do ano que vem os trabalhos sejam concluídos para serem encaminhados ao governo.

Abraços


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